Carlos André Avelino de Lima, o André Catimba, nasceu em Salvador/BA, no dia 30 de outubro de 1946. Seu primeiro clube profissional foi o Ypiranga-BA, onde estreou em 1966 e para onde retornaria no final de carreira, em 1983. Foi para o Galícia-BA e, depois para o Vitória, onde se consagrou de 1971 a 1975, formando com os habilidosos e inteligentes Osni e Mário Sérgio um dos melhores ataques da história do rubro-negro. André fez carreira internacional jogando na Argentina e foi ídolo também no Grêmio-RS, jogando entre 1977 e 1979.
O apelido “Catimba” veio da malandragem para esfriar o jogo e provocar os adversários. Por diversas vezes André provocou a expulsão de zagueiros adversários por reagirem às suas provocações. Oportunista e provocador, André Catimba não parava um minuto em campo.
Oberdan “Paulada”, ex-zagueiro do Coritiba-PR, Santos-SP e Grêmio-RS, quando questionado sobre quem tirava seu sono, respondeu: “Todos tiravam o meu sono, mas o André Catimba era um dos mais complicados para se marcar. Quanto mais um zagueiro batia nele, mais ele vinha em cima. Nunca ficava com medo”.
Oberdan “Paulada”, ex-zagueiro do Coritiba-PR, Santos-SP e Grêmio-RS, quando questionado sobre quem tirava seu sono, respondeu: “Todos tiravam o meu sono, mas o André Catimba era um dos mais complicados para se marcar. Quanto mais um zagueiro batia nele, mais ele vinha em cima. Nunca ficava com medo”.
Um dos mais famosos centroavantes do Vitória, André Catimba brilhou com sua raça e seu faro de gol. Existem muitas histórias hilárias sobre as armadilhas que ele aprontava para os oponentes.
Enquanto jogador do Vitória, André Catimba foi convocado pelo técnico Mário Jorge Lobo Zagallo para participar do amistosos não-oficial entre Brasil x Combinado Estrangeiro, no Maracanã, no dia 19/12/1973. Pelé e Luís Pereira marcaram os gols brasileiros.
Enquanto jogador do Vitória, André Catimba foi convocado pelo técnico Mário Jorge Lobo Zagallo para participar do amistosos não-oficial entre Brasil x Combinado Estrangeiro, no Maracanã, no dia 19/12/1973. Pelé e Luís Pereira marcaram os gols brasileiros.
André Catimba é o segundo maior artilheiro da história do Vitória em campeonatos brasileiros com 31 gols marcados em quatro edições de campeonatos nacionais. Marcou 3 gols no Brasileirão de 1972, 8 em 1973, 17 em 1974 e 3 gols em 1975.
Com a camisa do Vitória, André Catimba disputou 101 jogos pelo campeonato baiano, 85 jogos pelo campeonato brasileiro, além de alguns amistosos entre 1971 e 1975, marcando 82 gols pelo rubro-negro. Conquistou o campeonato baiano de 1972.
Como treinador, André assumiu o Leão pela primeira vez em meados do campeonato baiano de 1989, no dia 11/05/1989,quando o Vitória empatou em 2×2 com o Atlético-BA, substituindo Walmir Louruz. No entanto, ficou interinamente no cargo por apenas 2 jogos, até a chegada de José Amaral. Este por sua vez só durou no cargo por 12 jogos, voltando então André Catimba. Nesta passagem André ficou no cargo durante 15 jogos, sendo substituído por João Francisco. João comandou o time por 13 jogos, voltando novamente André Catimba, ficando no cargo por mais 14 jogos, quando foi substituído por Carlos Gainete.
Ao todo, André Catimba comandou o time em 31 jogos, sendo 8 pelo Brasileirão de 1989 (quando Hugo marcou 3 gols diante do tricolor de Itinga-BA), 6 pela Copa do Brasil de 1989, 10 pelo Baiano de 1989 e 7 pelo Baiano de 1990. Participando, portanto, da conquista do Bi-Campeonato Baiano de 1989 e 1990. Como treinador, André teve o seguinte retrospecto: 14 vitórias, 11 empates e 6 derrotas, com 33 gols prós e 21 gols contra.
André Catimba, junto com Arthurzinho e Agnaldo Liz, fazem parte do seleto grupo de rubro-negros que conquistaram o título de campeão baiano pelo Vitória como jogador e como treinador.
Conteúdo retirado do site www.canalecvitoria.com.br

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