O motivo da irritação de Tartá foi a declaração de Neto Baiano, logo após o último Ba-Vi no Barradão, insinuando que o colega não tocava a bola e gostava de “mascarar”, termo usado no futebol para denominar jogadores que prendem demais e querem resolver tudo sozinho.
Visivelmente chateado, Tartá preferiu ser mais diplomático com a imprensa, sem deixar de dar uma alfinetada no colega de clube. “Nada. Não tenho que dizer nada para ele (Neto Baiano) sobre o que ele falou. Se ele quer falar alguma coisa, tem que falar pessoalmente comigo. Porém, está tudo tranquilo. Garanto que ele falou tudo aquilo no calor do jogo e deve ter falado demais. Mas conhecemos Neto. É meu amigo e de bom coração”, ponderou.
Sobre as brigas e bate-bocas durante o clássico no Barradão, Tartá assegurou que é normal e o grupo permanece unido. “Sempre acontece isto. Às vezes algum jogador chama atenção de outro e este não gosta, mas dizer que significa inimizade é exagero. O grupo está unido e focado nas próximas partidas decisivas”, completou o meia.
Wellington Saci, que discutiu com Victor Ramos no Ba-Vi, assegurou que a briga ficou no campo. “Não falar nada e não bater-boca durante o jogo é para time de moça. Aquilo tudo do clássico é normal. Depois do jogo tudo normaliza”, alegou

Espero que tenha sido somente um desentendimento em campo, pois precisamos nos unir e focar na partida de amanhã e domingo ! Deixa a guerra acontecer no campo... com o time adversário... PEGAA LEÃÃÃO !
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